Ravi – Adotado janeiro 15, 2010
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Fui encontrado caído numa calçada, sem conseguir nem levantar a cabeça, e era só pelo, pele e osso. A pessoa que me achou me levou logo numa veterinária, que disse que minhas chances de sobreviver eram remotas, mas que ela tentaria de tudo. Fiquei um tempão internado, fazendo um monte de exames, tomando soro e medicamentos, mas tinham que me dar comida numa seringa, porque eu não conseguia comer. Depois, comecei a ter convulsões, e o pessoal da clínica quase perdeu a esperança de me salvar. Após um tempo, eu consegui levantar a cabeça e comecei a comer sozinho, mas não conseguia andar e nem sequer mexer as patas traseiras. Disseram que talvez eu ficasse paraplégico. Um dia, a moça que me achou foi lá na clínica, e ficou conversando comigo, e me fazendo carinho, e tentando me fazer levantar. Eu fiz um esforço sobrefelino, e consegui ficar em pé, nas quatro patas, vocês acreditam? Só que, logo depois, eu caí. Mas, depois desse dia, eu fui progredindo, progredindo, e hoje estou aqui, andando, pulando, saltando, enfim, fazendo tudo o que um gatinho normal adora fazer. Sabem qual foi meu diagnóstico: desnutrição! Ah, aconteceu uma coisa curiosa comigo: como eu fui encontrado semi-morto, e sou muito peludo, as pessoas não repararam direito no meu sexo, e acharam que eu era fêmea, vê se pode? Me deram o nome de Tsuki, que significa “Lua”, em japonês. Êta humanos distraídos! Só quando eu fiquei forte e altivo, é que perceberam que eu era macho. Então passaram a me chamar de Ravi, que significa “Sol”, em sânscrito. Ah, já ia esquecendo de dizer: além de bonitão, eu sou chameguento pra caramba, mas só com humanos, porque, confesso a vocês, não sou muito chegado a outros gatos, principalmente machos. Por essa razão, estou até confinado numa gaiola, porque não posso sentir o cheiro de outro gato macho, que já quero partir pra briga. Sou um macho-alfa, líder de território, é a minha natureza, fazer o quê? Bem, gente, o começo da minha história foi muito triste, mas eu espero que o final seja superfeliz!
Kika – Adotada janeiro 15, 2010
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Fui abandonada, junto com minha irmãzinha Lica e com a doce Katherine, num parque da zona sul, onde, atualmente, gatos são perseguidos e correm risco de vida. A Katherine e a Lica foram adotadas. Fiquei muito feliz por elas, mas também quero uma chance de ser amada e protegida! Tenho três meses, sou tricolor, carinhosa e esperta, e, cá pra nós, sou muito bonitinha, né? Que tal começar o ano novo comigo?
Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan – Adotados janeiro 15, 2010
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Esses magníficos filhotes dourados ainda estavam mamando, quando o dono da casa em que eles nasceram ameaçou jogá-los numa praça, junto com a sua mãezinha, ao relento e à mercê de todo tipo de perigo. Aí apareceu uma pessoa dizendo que cuidaria deles até serem adotados, mas, na verdade, deixou-os abrigados num local insalubre, onde eles ficaram estressados e cheios de pulgas. Finalmente, nós os resgatamos, e eles estão a salvo, despulgados e saudáveis, mas estão confinados em uma gaiola, numa hospedagem cara, porque não temos mais espaço para acolher novos bichos. Ufa! Que maratona esses gatinhos já enfrentaram, né? E olha que eles têm apenas três meses de vida! Agora, nossos pequenos mosqueteiros precisam de um lar seguro e amoroso, onde eles possam se espalhar, brincar, pular, como todo filhote precisa e merece. Afinal, eles são guerreiros, mas não são de ferro não…
Soninha – Adotada janeiro 15, 2010
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Esta gatinha foi abandonada em frente a um clube, na Lagoa, com vários filhotinhos. A pessoa que a resgatou recebeu um pedido de ajuda, mas, quando chegou ao local, os filhotes tinham desaparecido. A Soninha é linda, peluda e tem porte de princesa. Além de tudo isso, ainda é uma doçura de gata. Ela está com cerca de um ano e meio e preparadíssima para brilhar em seu novo reino.
Bruce Willis – Adotado janeiro 2, 2010
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Fui criado numa lanchonete em Botafogo, e nunca recebi atenção dos meus donos. Na verdade, eu era (mal) tratado como um gato borralheiro, às vezes era até enxotado, mas logo aprendi a me virar. Muita gente parava na rua pra me ver e me fazer carinho. É que eu atraía a atenção das pessoas, pela minha imponência e beleza (sem querer ser pretensioso). Eu aproveitava muito esses momentos, me deitava no chão, colocava a barriga pra cima, ronronava, pois esse era o único afeto que eu tinha. Agora meus donos me rejeitaram de vez. O mais triste de tudo é que o meu dono ia me dar de presente para um chinês, conterrâneo dele, que iria me fazer de churrasco! Ainda bem minha dona ficou com pena e me entregou para uma protetora dos animais, senão, adeus Bruce Willis! Estou disponível para uma grande e verdadeira amizade. E você?
Katherine e Lica – Adotadas janeiro 2, 2010
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A Katherine (branca e preta) e as irmãzinhas Lica e Kika (filhotinhas tricolores) foram covardemente abandonadas num parque da zona sul, onde os gatos estão com os dias contados, pela intolerência, arrogância e ignorância das autoridades que o administram bebezinhas tricolores. As fofas Katherine e Lica foram adotadas. Agora só fal
Lelinho – Adotado dezembro 21, 2009
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Oi galera, sou o Lelinho. Estive neste site há sete meses, quando eu era um bebê de dois meses (hoje tenho nove), e muita gente escreveu, me achando lindo. Daí que um rapaz muito simpático, biólogo, foi muito persuasivo, disse que amava demais os animais, colocou teleas nas janelas e me adotou. Eu fiquei feliz da vida, achando que ia ter um amigo sincero e um lar para sempre. Ledo engano! O rapaz que me adotou me devolveu essa semana, dizendo que ia fazer um curso fora do Brasil, e não podia se responsabilizar por mim. Na hora de me entregar, ele saiu rindo, como se não ligasse a mínima para mim e para o fato de estar me abandonando. Ah, e ainda disse que, quando voltasse, talvez me pegasse de volta, mas que, se alguém me quisesse, ele não se importava não! Não consigo entender o porque de tanta ingratidão e tanto desamor. Sou um gato dócil, tranquilo, sociável com pessoas e com outros felinos, enfim, sou um companheiro muito legal. Espero sinceramente que a minha próxima experiência de adoção seja maravilhosa e definitiva, porque essa foi triste e decepcionante. Mas eu não fiquei amargurado, não, gente, eu continuo cheio de fé na vida.
Jack – Adotado dezembro 21, 2009
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Esse gatão encantador foi resgatado em estado deplorável. Ele estava com um olho perfurado e com muitas larvas, e sua mandíbula estava quebrada. Ao que tudo indica, ele foi vítima de crueldade. O olho machucado teve de ser retirado e a mandíbula foi reconstituída, depois de muito tratamento e cuidados especiais. Atualmente, o Jack é um gatão saudável e forte, que se alimenta muito bem (está até gordinho!). E é muiiiito tranquilo e meigo, nem parece que foi maltratado e sofreu tanto. O Jack é um verdadeiro xodó!
PS: O Jack foi adotado pela pessoa que o resgatou.
Bebês da cestinha – Adotados dezembro 21, 2009
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Esses dois filhotinhos machos, um cinza e branco e um preto e branco, fazem parte de uma família de gatinhos que estava sendo negligenciada, vivendo nos fundos de uma casa, sem nenhum cuidado ou conforto, praticamente abandonados à propria sorte. Alguns dos filhotes morreram, mas, esses dois e suas irmãzinhas, a Tigresinha 1 e a Tigresinha 2, postadas abaixo, foram resgatados por uma alma generosa, que não tem espaço e nem condições para mantê-los. Então eles precisam urgentemente de um lar, pois não podem ficar muito tempo onde estão. Eles são brincalhões, dengosos e muito fofos!











